17.8.17

Autoanálise




Essa semana revendo textos antigos deste blog percebi como eu mudei por dentro e por dentro e por fora, como minhas prioridades são outras atualmente e como isso refletiu positivamente  na minha forma de escrever sobre a vida. Abandonei 'grilos' antigos, superei frustrações, refiz metas e estabeleci limites para as coisas que me faziam mal.

É engraçado perceber que em cinco anos de blog, o que eu considero pouco tempo, tanca coisa se transformou na minha cabeça e na minha forma de enxergar o mundo. Meus questionamentos mudaram, minha insegurança perdeu força e minhas prioridades se tornaram mais relevantes.

Aprendi que meu defeitos também fazem parte de mim, que eu não preciso mudar tudo para caber nos padrões impostos pela sociedade, que paradigmas podem ser quebrados, que eu não tenho que agradar todo mundo e que bom que eu encontro pessoas que não gostam de mim porque elas me mostram que eu não sou perfeito e nem deveria ser.

Deus me ensina todos os dias que tudo coopera para o meu bem e que portanto ser quebrado, as vezes, faz parte de um método de cura que eu não preciso entender só ele. Desencanar também é caminho.

Eu atribuo toda essa metamorfose ao processo de maturidade que todos nós passamos, ou pelo menos deveríamos passar, que é tão, tão, tão libertador. Porém entendo que o amadurecimento não é limitado e sim algo cíclico que vamos conviver a vida toda  como parte de um segmento que vai nos tornar sempre mais claros para nós mesmos.

Que bom saber que existe mais, que não parou por aqui e que talvez daqui há mais cinco anos eu perceba que eu mudei muito mais. Eu prefiro aprender sempre mais, errar muito mais, mudar e aceitar o diferente do que ter 'aquela velha opinião formada sobre tudo'.






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