5.5.15

Sobre amor e admiração



A ela que esteve presente nos momentos mais felizes da minha vida, que celebrou comigo conquistas muito significativas, que me deu incentivo indispensável para a realização de grandes sonhos e que sempre me incentivou a ir mais longe. A ela tributo toda a minha alegria e o meu melhor sorriso que a faz sorrir de volta. 

A ela que esteve por perto nos meus piores dias, que vestiu meus medos e fracassos como se fossem dela e que sempre soube dizer as palavras certas de encorajamento. Que nunca hesitou em buscar o melhor pra mim, que me passou segurança nos primeiros dias de aula do jardim de infância até que eu me acostumasse com aquele nova situação, que na minha formatura da faculdade me abraçou forte, enxugou minhas lágrimas e disse que o melhor ainda estava por vir pois aquela conquista era resultado de muito esforço. A ela devo minha dedicação, admiração e respeito.

Ela que reúne em si muito do que eu sou e do que pretendo ser (mais altruísta, menos complicado e talvez até mais acolhedor); que me deu suporte na infância para construir tudo o que hoje é refletido em mim; que me fez ouvir os “eu te amos” mais intenso e mais verdadeiros que já ouvi na vida por que uma expressão dessas é a extensão em letras da alma de quem a diz e se não for assim, é só uma falsidade de vogais.

A ela que suportou as noites de sono com carinho, que curou febres, tosses, crises de asma e resfriados com receitas simples e muita dedicação, que cantava pra mim nas noites de insônia, que se empenha sempre em me ver bem, que me enxerga além do que os olhos podem ver dedico todo o meu amor. Meu maior presente é chamá-la de mãe.

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Um comentário:

  1. Lindo texto, muito bem escrito e emocionante. Saiu do clichê sem perder a grandiosidade de quem se homenageia, a mãe. Parabéns Natan Gaia.

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